domingo, 24 de maio de 2015

Era uma vez a Airfix...

Foi através das figuras da Airfix, há muitos e muitos anos atrás que comecei a ganhar gosto pelo modelismo. Muito antes de começar a pintar as figuras, quando era criança, utilizava-as em longas batalhas que duravam dias inteiros. Eu e os meus amigos, fazia-mos castelos e fortalezas de Lego onde as ditas figuras eram colocadas estrategicamente. Depois com canhões, também eles fabricados com Legos e molas de canetas onde as munições eram as cabeças amarelas dos bonecos de Lego, tentávamos deitar abaixo o maior número de figuras adversárias. Passávamos assim, tardes infindáveis de glória.
Alguns anos mais tarde, com as exposições de modelismo e o aparecimento de outras marcas fui começando a pintar. E que pintura. Era um longo quebra-cabeças, na maioria das vezes as cores não correspondiam ao que era pretendido e a gama de cores era diminuta. Os poucos livros que se vendiam também não ajudavam muito, já para não falar do preço dos mesmos e a internet estava ainda a anos-luz. Na maioria das vezes recorríamos a livros de BD (ainda tenho alguns) ou à nossa memória cinematográfica, pois o VHS só apareceria alguns anos depois.

Era uma alegria imensa quando ia com a minha mãe à "Baixa de Lisboa" comprar as caixas da Airfix a 1/72 e 1/32. Como o dinheiro não abundava e as caixas eram muitas, a hesitação e espera aumentavam para desespero da minha mãe. O engraçado é que ainda hoje, ao visualizar as antigas caixas da Airfix na net, recordo a imensa satisfação que sentia ao chegar a casa e olhar vezes sem conta as caixas, separar cuidadosamente as figuras dos sprues e logo na mesa da cozinha começar a imaginar batalhas. Cheguei a ter milhares de figuras. Dei a maioria delas. Mais tarde haveria de comprar novamente as figuras Airfix. Algumas comprei só por pura nostalgia. Por exemplo, nas referidas batalhas, "perdi" o oficial dos Afrika Korps (Figura 1). Adorava aquela figura e foi na altura uma perda terrível, voltei durante dias a fio ao local onde tinha-mos brincado, mas em vão, nunca mais a encontrei. Há alguns anos atrás, comprei finalmente a reedição do Afrika Korps (Figura 2) da Airfix e isto só pelo prazer de voltar novamente a ter essa carismática figura de volta.


Figura 2
Figura 1












Resta-me comprar o livro Airfix's Little Soldiers, para saciar a minha nostalgia.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Stryker

Modelo da Trumpeter pintado com acrílicos e wash Vallejo.
O Stryker deve o seu nome a dois militares que receberam postumamente a Medalha de Honra do Congresso. Desenvolvido pela General Dynamics para o exército dos Estados Unidos, o modelo baseia-se no LAV III (Canadá) e Piranha III (Suiça). Considerado um dos melhores veículos blindados da actualidade, tem altos níveis de desempenho na guerra do Iraque e Afeganistão.

1/72 - Stryker






domingo, 3 de maio de 2015

Wirberlwind

Modelo da Hasegawa. O Wirbelwind foi produzido pelo exército alemão durante os anos de 1944-45. Com a superioridade aérea dos aliados foi necessário desenvolver soluções para o combate anti-aéreo. Este veículo utilizava o chassis do Panzer IV, substituindo a torre do mesmo por um canhão quadruplo (Flakvierling 38 L/112.5).
1/72 - Wirberlwind





domingo, 26 de abril de 2015

Leopard 1A2

Modelo da ESCI dos anos 80. Foi dos primeiros que montei e pintei. As tintas utilizadas foram Humbrol. Que me perdoem os amigos noruegueses se porventura os carros de combate nunca tiveram semelhante camuflagem mas a inexperiência da altura assim o ditou. O Leopard 1 A 2 foi utilizado pelo exército norueguês nos anos 70 e 80.

1/72 - Leopard 1A2




segunda-feira, 20 de abril de 2015

SdKfz 138/1 "Grille" M

Modelo da Attack com figuras da Preiser e pintado com acrílicos Valejo. Este modelo de artilharia auto propulsada foi produzido pelo exército alemão entre 1943-44 e utilizava o chassis do panzer 38 (t) no qual foi montada uma peça de (SIG 33) de 15 cm.

1/72 - Grille M







domingo, 19 de abril de 2015

ERC-90 F4 "Sagaie"

Modelo da ACE. O ERC-90 fez a sua primeira aparição pública em 1977 ao serviço do exército francês e desde aí tem sido um enorme sucesso de exportação. Foi largamente utilizado pela França durante as missões de paz nos Balcãs e na Costa do Marfim. Em 1982 foi utilizado pela Armada Argentina na Guerra das Malvinas.

1/72 - ERC 90 "Sagaie"





sábado, 11 de abril de 2015

T 62 M

Modelo da ESCI, com acrílicos Valejo e pigmentos MIG. Foi dos últimos modelos a serem produzidos pela ESCI. Este modelo representa um tanque iraquiano durante a 1ª. Guerra do Golfo (1990-1991). Quando a operação "Tempestade no Deserto" começou o Iraque possuía cerca de 1000 unidades. O T 62 foi produzido entre 1961 e 1975, vindo a substituir gradualmente os T 55.

1/72 - T 62 M